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JeepⓇ vai às ruas com “o maior bloco de Carnaval do mundo”


Com 41 anos e fama internacional, o bloco O Galo da Madrugada recebe apoio da Jeep como uma instituição do carnaval pernambucano

10 de abril de 2019 - O ano era 1978. No meio de uma reunião familiar, surgiu a ideia de fazer renascer o tradicional e espontâneo Carnaval de rua do Recife, capital de Pernambuco (PE). Foi deste desejo que surgiu o bloco O Galo da Madrugada e, desde então, as ruas do Bairro de São José, no centro da cidade, nunca mais foram as mesmas no primeiro dia da folia, o Sábado de Zé Pereira. Ainda tímido, no primeiro ano – quando ainda se chamava “Clube de Máscaras O Galo da Madrugada” -, cerca de 80 foliões saíram pelas ruas com sacos de confetes e serpentinas. Quando, em 1995, atraiu 2,5 milhões de pessoas nas ruas, foi oficialmente reconhecido pelo Guiness Book como “O maior bloco do planeta”. Nada mais natural que a Jeep, dando sequência a uma longa série de ações de apoio à cultura pernambucana, anunciasse apoio a’O Galo da Madrugada no Carnaval 2019.

“Acreditamos que estar perto das principais manifestações locais e apoiá-las é a melhor forma de demonstrar nosso compromisso e integração com Pernambuco, não apenas fazendo parte de sua economia, com geração de emprego e renda, mas participando do que existe de mais genuíno nesse Estado que nos acolheu tão bem”, diz Antonio Filosa, presidente da FCA para a América Latina.

Diretor de Marketing do Galo da Madrugada, Guilherme Menezes acredita que a parceria com a Jeep nasceu a partir da afinidade entre as marcas. “Por ter uma fábrica implantada em Pernambuco, a Jeep mostra que acredita no nosso Estado. Então a importância dessa parceria é enorme, pois demonstra que estamos juntos de quem acredita na cultura pernambucana, que é a maior bandeira do nosso bloco”, avalia ele, que é neto do idealizador do bloco, Enéas Freire.

Arte criada pelo artista plástico Raoni Assis para marcar apoio da Jeep ao O Galo da Madrugada

Guilherme conta que a ideia do nome do bloco surgiu durante as lendárias primeiras reuniões em 1978, quando sugeriram que ele saísse antes de o sol nascer e de as lojas do comércio abrirem. “Então alguém falou que o grupo teria que acordar assim que o galo cantasse. Assim surgiu o nome do bloco”, detalha. Hoje, o cortejo tomou proporções grandiosas e começa mais tarde, às 9h da manhã do sábado de Zé Pereira – nome dado ao primeiro sábado do carnaval - que, este ano, será celebrado no dia 2 de março.

“A FCA estende a sua atuação ao campo cultural e a decisão de começar pelo Carnaval mostra que a Jeep entende que, ao apoiar essa grande celebração popular, está fomentando também diversos segmentos da economia, como Turismo, Hotelaria e Serviços, contribuindo para o fortalecimento dessas cadeias e para a geração de empregos e renda”, afirma Fernão Silveira, diretor de Comunicação Corporativa e Sustentabilidade da FCA para a América Latina. “Da mesma forma, o apoio a uma manifestação de rua, do povo e para o povo, demonstra o interesse em agregar-se ao conjunto que faz de Pernambuco um dos Estados com identidade cultural mais marcante do País”.

Ao longo dos 40 anos do bloco, gente de países como Itália, Japão, Alemanha, França e Israel já estiveram no Recife para ver o Galo cantar. Além disso, hoje em dia, ele também se apresenta fora do País. É que o bloco acabou inspirando o surgimento de desfiles em diversos cantos do mundo. “Temos “filiais” do Galo no Peru e no Canadá, por exemplo, onde o bloco se chama “Galo da Neve”. Geralmente, são pernambucanos que moram fora e criam blocos para aproveitar o carnaval da forma como podem”, conta Guilherme.


Guilherme é integrante da terceira geração de foliões desde a criação do bloco. Ele conta que, para toda a família, o Galo é mais do que um bloco de carnaval e que já estão preparando os filhos para não deixarem que essa parte da cultura de Pernambuco se perca. “Quando eu tinha apenas 9 anos, lembro que o bloco era algo amador, mas feito com muito amor. Então, acredito que a principal particularidade dessa grande festa é que a gente busca se entregar aos foliões e fomentar a cultura pernambucana.”


Texto: Isabela Alves

Fotos: Divulgação / Raoni Assis

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